segunda-feira, 10 de setembro de 2012

OLIMPÍADAS ESCOLARES BRASILEIRAS CICLISMO EM ALTA

Ao receber a bandeirada final do nadador Leonardo de Deus, a paranaense Jenifer Kolben, do Colégio Estadual Souza Naves, de Rolândia, venceu a prova critério final de ciclismo e conquistou nesta sexta-feira a primeira medalha de ouro das Olimpíadas Escolares 2012 para atletas de 12 a 14 anos, que está sendo realizada em Poços de Caldas. Beatriz Bergamasco, do Colégio Estadual Unidade Polo, levou a prata, e a paraibana Isabela Dourado, da Escola Municipal Virginius da Gama e Melo, completou o pódio.
Jenifer Kolben, do Colégio Estadual Souza Naves, de Rolândia, conquistou a primeira medalha de ouro das Olimpíadas Escolares (Foto: Fernando Soutello/AGIF/COB)Jenifer Kolben, do Colégio Estadual Souza Naves, de Rolândia, se emocionou ao vencer no ciclismo e conquistar a primeira medalha de ouro das Olimpíadas Escolares (Foto: Fernando Soutello/AGIF/COB)
Única praticante da modalidade na sua família, Jenifer sempre gostou de andar de bicicleta e começou a dar suas primeira pedaladas aos 12 anos. Treinada pelo diretor de sua escola, José Moraes, já venceu a 6ª Volta do Futuro, em São Carlos (SP), na categoria infanto-juvenil, em fevereiro.
- Treinei muito pra isso. Estou até sem palavras. Desde o começo do ano a gente está pensando nessa competição. Todas aqui sonhavam em vencer. Então é a realização de um sonho. Quero agradecer ao incentivo do meu pai e do meu técnico, que é o diretor da escola - festejou a jovem paranaense, que levou a melhor sobre 25 atletas de 15 estados.

Sergipano vence entre os homens

 
Na prova masculina, assim como em 2011, vitória de um sergipano. Victor Gabriel Bezerra, do Centro Educacional Professor José Sebastião dos Santos, terminou na primeira colocação, com o tempo de 25min57s53. O goiano Gabriel Gonçalves Lara, do Colégio Anhanguera, conquistou a medalha de prata e o paulista Kelvin Mendes, da Escola Estadual Luciene Espírito Santo, levou o bronze.
Incentivado pela vitória de seu conterrâneo Breno Morais Santos nas Olimpíadas Escolares de João Pessoa 2011, Victor Gabriel se apaixonou pelo esporte e pediu aos pais inúmeras vezes por uma bicicleta no ano passado.
- Meu grande incentivador é meu tio, Robson dos Santos, que também é ciclista. Disputei a primeira competição neste ano. Fiquei em quinto lugar na prova de resistência da Copa Nordeste, disputada no Maranhão, mas tinha pouco tempo de treino. Hoje eu dei tudo o que tinha e consegui a vitória - disse o jovem de 14 anos.

domingo, 9 de setembro de 2012

CICLISMO PARALIMPICO

ESTRADA E PISTA

Há provas de ciclismo de pista, de estrada e contrarrelógio. Nelas, os ciclistas são separados em três grupos: os que sofrem de paralisia cerebral, os que têm o equilíbrio comprometido (e precisam competir com triciclos) e os têm pouco comprometimento e competem em bicicletas comuns. No caso dos atletas cegos, há o uso de tandems, bicicletas com dois acentos em que um piloto sem a deficiência serve de guia.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CICLISMO DE ESTRADA E PISTA
Denise Schindlet, Alemanha, Ciclismo, Paralimpíadas (Foto: Agência Reuters)
 
Denise Schindlet, da Alemanha, compete com ajuda
de prótese no ciclismo (Foto: Agência Reuters)

Quanto menor o número, maior a limitação do competidor.
· B: atletas com deficiência visual que competem no tandem (bicicleta com dois assentos) com um ciclista sem deficiência no banco da frente.
· H1–H4: atletas paraplégicos que utilizam a handbike (bicicleta especial em que o impulso é dado com as mãos).
·T1–T2: atletas com deficiência que tenham o equilíbrio afetado e precisem competir usando um triciclo.
· C1–C5: atletas com deficiência que afeta pernas, braços e/ou tronco, mas que competem usando uma bicicleta padrão.

Brasileiros ficam perto do pódio, mas terminam sem medalha no ciclismo

Durante toda a prova, Soelito Gohr e João Alberto Schwindt ficaram perto do pódio. Chegaram até a liderar a classificação da categoria C4-5 do ciclismo de estrada individual. No fim, porém, os dois brasileiros acabaram fora do pódio nos Jogos Paralímpicos de Londres. Com 1h55m51s, mesmo tempo do terceiro colocado, o italiano Michele Pittacolo, terminaram na quarta e na quinta posição, respectivamente. O ouro foi para o ucraniano Yegor Dementev (1h55m38s), enquanto a prata ficou com Xinyang Liu (1h55m48s).
Soelito Gohr e João Alberto Schwindt ciclismo C5 Paralimpíadas (Foto: Bruno de Lima / CPB)
Soelito Gohr e João Alberto Schwindt durante a prova (Foto: Bruno de Lima / CPB)
O início não foi dos melhores. Na primeira das dez voltas de 8km, João foi apenas o 18º, enquanto Soelito fez o 24º tempo. A recuperação, no entanto, foi rápida. Na terceira volta, Soelito liderou a disputa, e João foi o sexto.
Soelito se manteve com o melhor tempo até a sexta volta. Na sétima, caiu de produção e foi apenas o 15º. João fez o caminho inverso. Aumentou o ritmo e fez o melhor tempo. Mas, ainda assim, os dois não conseguiram se manter entre os primeiros nos quilômetros finais e ficaram fora do pódio.
Foi a última prova da dupla em Londres. Na quarta-feira, Soelito foi o sétimo, enquanto João, que “perdeu” a largada por ter ido ao banheiro, foi 9º na prova contra-relógio individual C5.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Ciclista brasileiro vai ao banheiro e, quando volta, vê que 'perdeu' largada

 O  ciclista brasileiro João Alberto Schwindt era um dos favoritos na prova contra-relógio individual C5, nos Jogos Paralímpicos, mas ficou apenas na nona colocação após uma confusão em relação ao horário da largada. Ele foi ao banheiro e, quando voltou, percebeu que 'perdeu a hora' e saiu atrasado, embora seu relógio indicava tempo de sobra. Foi o próprio atleta quem explicou o fato em entrevista ao "SporTV News".
- No contra-relógio, cada atleta tem seu horário de largada pré-definido. Temos a área dos atletas e temos que estar um tempo antes ali, na concentração, para poder ir para a largada. No momento que eu estava ali, esperando a minha vez, estava controlando a hora no meu relógio, me deu vontade de ir no banheiro, fui no banheiro rapidamente. Quando voltei, no meu relógio, ainda tinha uns quatro minutos para a minha largada, que era 10h42m.
Apesar de achar que tinha tempo de sobra, João se deu conta que sua vez havia passado quando percebeu que o próximo a largar seria o australiano que, pela ordem, largaria depois.
- Quando cheguei, vi que o ciclista que largava depois de mim estava pronto para largar. Foi neste momento que falei: "ixi", já foi minha largada. Aí foi correria. Larguei com segundos de atraso e complicou minha prova - contou, ao repórter Marcelo Barreto.
Ciclista brasileiro João Alberto Schwindt, da prova contra-relógio nas Paralimpíadas de Londres (Foto: Reprodução SporTV) 
Brasileiro João Schwindt conseguiu competir, mas largou atrasado (Foto: Reprodução SporTV).Diante de toda a confusão, João não conseguiu fazer a prova que esperava. Terminou em nono e o outro brasileiro, Soelito Gohr, foi o sétimo colocado.
- Tentei, durante a prova, fazer um bom contra-relógio, mas foi complicado. No nível que é aqui,  cada detalhe conta. Você não pode tirar o foco, quanto mais perder segundos de largada. Realmente, comprometeu toda a minha prova - admitiu.
Nesta quinta-feira, os brasileiros têm chance de buscar uma medalha paralímpica em outra prova, de estrada individual C5-4. João disse que vai tentar esquecer o episódio desta quarta e se concentrar na próxima competição.
- Tenho chance na prova de estrada. Tem mais tática, mais fatores, a prova de contra-relógio é uma prova mais certa, em que o atleta que está mais bem treinado realmente leva, mas temos chances nas provas de amanhã (quinta). Agora é esquecer o que aconteceu aqui, focar e tentar buscar um bom resultado - afirmou.

domingo, 2 de setembro de 2012

PEDAL DE DOMINGO

Hoje fomos de degredo a São João da Barra na trilha por cima do dique...paisagens lindas e pedal gostoso de domingo.Foram 30 km de muita natureza !

Estrada atras do SESC Mineiro de Grussaí..retornando para Degredo

Kellem curtindo o pedal
João Salame,Helo Landim e Kellem na beira rio caminho de São João da Barra