quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CICLISMO DE ESTRADA E PISTA
Denise Schindlet, Alemanha, Ciclismo, Paralimpíadas (Foto: Agência Reuters)
 
Denise Schindlet, da Alemanha, compete com ajuda
de prótese no ciclismo (Foto: Agência Reuters)

Quanto menor o número, maior a limitação do competidor.
· B: atletas com deficiência visual que competem no tandem (bicicleta com dois assentos) com um ciclista sem deficiência no banco da frente.
· H1–H4: atletas paraplégicos que utilizam a handbike (bicicleta especial em que o impulso é dado com as mãos).
·T1–T2: atletas com deficiência que tenham o equilíbrio afetado e precisem competir usando um triciclo.
· C1–C5: atletas com deficiência que afeta pernas, braços e/ou tronco, mas que competem usando uma bicicleta padrão.

Brasileiros ficam perto do pódio, mas terminam sem medalha no ciclismo

Durante toda a prova, Soelito Gohr e João Alberto Schwindt ficaram perto do pódio. Chegaram até a liderar a classificação da categoria C4-5 do ciclismo de estrada individual. No fim, porém, os dois brasileiros acabaram fora do pódio nos Jogos Paralímpicos de Londres. Com 1h55m51s, mesmo tempo do terceiro colocado, o italiano Michele Pittacolo, terminaram na quarta e na quinta posição, respectivamente. O ouro foi para o ucraniano Yegor Dementev (1h55m38s), enquanto a prata ficou com Xinyang Liu (1h55m48s).
Soelito Gohr e João Alberto Schwindt ciclismo C5 Paralimpíadas (Foto: Bruno de Lima / CPB)
Soelito Gohr e João Alberto Schwindt durante a prova (Foto: Bruno de Lima / CPB)
O início não foi dos melhores. Na primeira das dez voltas de 8km, João foi apenas o 18º, enquanto Soelito fez o 24º tempo. A recuperação, no entanto, foi rápida. Na terceira volta, Soelito liderou a disputa, e João foi o sexto.
Soelito se manteve com o melhor tempo até a sexta volta. Na sétima, caiu de produção e foi apenas o 15º. João fez o caminho inverso. Aumentou o ritmo e fez o melhor tempo. Mas, ainda assim, os dois não conseguiram se manter entre os primeiros nos quilômetros finais e ficaram fora do pódio.
Foi a última prova da dupla em Londres. Na quarta-feira, Soelito foi o sétimo, enquanto João, que “perdeu” a largada por ter ido ao banheiro, foi 9º na prova contra-relógio individual C5.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Ciclista brasileiro vai ao banheiro e, quando volta, vê que 'perdeu' largada

 O  ciclista brasileiro João Alberto Schwindt era um dos favoritos na prova contra-relógio individual C5, nos Jogos Paralímpicos, mas ficou apenas na nona colocação após uma confusão em relação ao horário da largada. Ele foi ao banheiro e, quando voltou, percebeu que 'perdeu a hora' e saiu atrasado, embora seu relógio indicava tempo de sobra. Foi o próprio atleta quem explicou o fato em entrevista ao "SporTV News".
- No contra-relógio, cada atleta tem seu horário de largada pré-definido. Temos a área dos atletas e temos que estar um tempo antes ali, na concentração, para poder ir para a largada. No momento que eu estava ali, esperando a minha vez, estava controlando a hora no meu relógio, me deu vontade de ir no banheiro, fui no banheiro rapidamente. Quando voltei, no meu relógio, ainda tinha uns quatro minutos para a minha largada, que era 10h42m.
Apesar de achar que tinha tempo de sobra, João se deu conta que sua vez havia passado quando percebeu que o próximo a largar seria o australiano que, pela ordem, largaria depois.
- Quando cheguei, vi que o ciclista que largava depois de mim estava pronto para largar. Foi neste momento que falei: "ixi", já foi minha largada. Aí foi correria. Larguei com segundos de atraso e complicou minha prova - contou, ao repórter Marcelo Barreto.
Ciclista brasileiro João Alberto Schwindt, da prova contra-relógio nas Paralimpíadas de Londres (Foto: Reprodução SporTV) 
Brasileiro João Schwindt conseguiu competir, mas largou atrasado (Foto: Reprodução SporTV).Diante de toda a confusão, João não conseguiu fazer a prova que esperava. Terminou em nono e o outro brasileiro, Soelito Gohr, foi o sétimo colocado.
- Tentei, durante a prova, fazer um bom contra-relógio, mas foi complicado. No nível que é aqui,  cada detalhe conta. Você não pode tirar o foco, quanto mais perder segundos de largada. Realmente, comprometeu toda a minha prova - admitiu.
Nesta quinta-feira, os brasileiros têm chance de buscar uma medalha paralímpica em outra prova, de estrada individual C5-4. João disse que vai tentar esquecer o episódio desta quarta e se concentrar na próxima competição.
- Tenho chance na prova de estrada. Tem mais tática, mais fatores, a prova de contra-relógio é uma prova mais certa, em que o atleta que está mais bem treinado realmente leva, mas temos chances nas provas de amanhã (quinta). Agora é esquecer o que aconteceu aqui, focar e tentar buscar um bom resultado - afirmou.

domingo, 2 de setembro de 2012

PEDAL DE DOMINGO

Hoje fomos de degredo a São João da Barra na trilha por cima do dique...paisagens lindas e pedal gostoso de domingo.Foram 30 km de muita natureza !

Estrada atras do SESC Mineiro de Grussaí..retornando para Degredo

Kellem curtindo o pedal
João Salame,Helo Landim e Kellem na beira rio caminho de São João da Barra

sábado, 1 de setembro de 2012

Tour do Rio entra na terceira etapa

 
As montanhas da terceira etapa poderiam decidir precocemente a vitória do Tour do Rio, ontem. Os atletas da EPM-UNE, favoritos ao título, no en-tanto, seguiram sem sequer subir ao pódio. Prevaleceu a superioridade dos brasileiros da Real Cycling , com a vitória de Kleber Ramos, que havia re-petido o terceiro lugar nas duas primeiras etapas. Atrás dele, o companheiro Alex Diniz e, em terceiro lugar, um sul-americano. Na etapa Três Rios-Teresópolis foi Bayron Guama de La Cruz, do Team Ecuador, que ficou com o bronze.

O resultado mudou a classificação da competição, mas não radicalmente. O técnico e atleta argentino Edgardo Simon (Real Cycling Team) entregou a camisa amarela a seu pupilo Kleber Ramos, que assumiu a liderança geral. Co-mo prêmio de consolação, o “hermano” ficou com a camisa verde de sprintista e viu outro companheiro no pódio das blusas: Alex Diniz permaneceu sendo o montanhista.

Tour do Rio é uma competição ciclística anual. O evento consiste em etapas que vão passando por várias cidades do Estado, no mesmo estilo que outras competições importantes internacionais como o Tour de France e o Giro d'Italia. A primeira edição foi disputada em 2000.

Desafio Tour do Rio

 


O Desafio Tour do Rio é o “empurrãozinho” para que o atleta de final de semana sinta na pele a emoção de participar de uma prova de elite. A premiação, que foi de R$ 30 mil em 2012, serve como o principal estímulo para as centenas de amadores colocarem a bike na estrada.
Todos os participantes ganharam medalhas, camisa especial da prova, squeeze e brindes, além de concorrerem aos troféus dos líderes. E, é claro, há a premiação em dinheiro para os vencedores.
O objetivo da prova, que aconteceu pela primeira vez este ano, é sempre de manter a competitividade entre os profissionais mesmo numa distância mais curta, permitindo aos amadores participarem da festa lado a lado com os atletas profissionais participantes da Copa Rio de Janeiro e até mesmo do Tour do Rio.